quarta-feira, 27 de junho de 2012
segunda-feira, 25 de junho de 2012
A incapacidade do governo Dilma - Por João Bosco Leal
de: João Bosco Leal artigos@joaoboscoleal.com.br
para: nogueirablog@gmail.com
data: 25 de junho de 2012 01:00
assunto: A incapacidade do governo Dilma
Importante principalmente porque foi enviada diretamente para você.
(*) João Bosco Leal -
jornalista, reg. MTE nº 1019/MS, escritor, articulista político, produtor rural
e palestrante sobre assuntos ligados ao agronegócio e conflitos agrários.
para: nogueirablog@gmail.com
data: 25 de junho de 2012 01:00
assunto: A incapacidade do governo Dilma
Importante principalmente porque foi enviada diretamente para você.
Imagens recebidas deste remetente são sempre exibidas Não exibir de agora em diante.
Senhor Editor,
envio o texto "A incapacidade do governo Dilma", para análise de sua possibilidade de publicação.
Obrigado
João Bosco Leal (*)
A incapacidade do governo Dilma
Ao ler: "Os humanos serão sempre
imperfeitos e jamais serão totalmente racionais, o que é precisamente a
razão pela qual não devemos confiar em nenhum humano para comandar a
vida dos outros", escrito por Steven G. Horwitz, mestre e doutor em
economia, autor de diversos livros sobre a matéria e professor da St.
Lawrence University, em Canton, NY, logo pensei em tudo o vem sendo
divulgados nos últimos dias.
O atual governo brasileiro tem assumido
compromissos diante de outros países que só poderiam ser realizados por
aqueles que tivessem uma economia extremamente pujante, com muita sobra
de caixa e com sua população sem necessidade alguma investimentos nas
áreas de sua responsabilidade.
Como certamente esse não é o caso do
Brasil, fiquei perplexo com declarações atribuídas a nossa presidente,
de que o país está 300% seguro contra a crise econômica mundial.
Desculpe senhora presidente, mas sua declaração é tão estúpida, que
chego a duvidar de que tenha sido pronunciada por quem diz possuir vasto
conhecimento das atividades econômicas do país.
Economia não existe sem matemática e esta,
apesar de ser mundialmente entendida quando numericamente transcrita,
necessita de uma língua - no nosso caso o português -, para ter
resultados divulgados de modo a ser compreendida pela população.
Entretanto, mesmo quando explicada em
português, nenhum brasileiro consegue entender como podemos emprestar
US$ 10 bi ao FMI para ajudar na crise dos países europeus, quando seu
governo alega não possuir recursos suficientes para investir na saúde,
de modo que ele seja dignamente atendido quando necessita de amparo
hospitalar. As imagens frequentemente divulgadas de pessoas morrendo em
filas, por não conseguirem atendimento médico, e os protestos dos que
nelas buscam socorro não lhe diz nada?
A população estudantil brasileira que,
meio século atrás, em sua quase totalidade estudava em escolas públicas,
tinha uma formação exemplar. Depois disso os governos deixaram de
investir em educação e milhares de escolas particulares foram criadas,
fazendo com que os pais tivessem de pagar pela melhor educação de seus
filhos.
Mesmo com esse sacrifício econômico dos
pais, atualmente esses alunos não possuem o direito de concorrer a todas
as vagas do ensino universitário público, pois grande parte delas está
destinada a alunos que, por conta do péssimo ensino gratuito oferecido
pelo governo em suas escolas, não conseguem ser aprovados no vestibular,
e outras vagas são destinadas às quotas raciais agora existentes.
A população brasileira está falando em
outra língua, e se referindo a algo tão difícil de ser entendido pela
senhora e seus ministros, ou a senhora é que está tão preocupada em
impor uma nova língua - onde possa ser chamada de Presidenta ao invés de
Presidente-, que não tem tempo de pensar em saúde e educação pública?
Seu partido político reclama de
perseguição durante os governos militares, mas depois de uma década
governando não foi capaz de realizar uma única obra realmente
significativa paras o país, que proporcionasse o bem coletivo, como as
grandes usinas hidrelétricas, a enorme malha rodoviária construída em
todo o país, as escolas, universidades, hospitais e tantas outras obras
de infraestrutura realizadas por eles.
Seus próprios ministros admitem que o país
não pode crescer 5% ao ano por não possuir infraestrutura necessária,
como energia elétrica, ferrovias, rodovias, portos e aeroportos para
aumentar e escoar sua produção.
E mesmo sem fazer nada disso temos
dinheiro para emprestar aos outros? A senhora é Presidente da República
do Brasil ou está governando só para os "companheiros" e para os que
possuem votos no Conselho de Segurança da ONU, onde Lula sonha em ter um
cargo?
Presidente Dilma, antes de poder nos
mostrar para o mundo como um país rico, os brasileiros precisam de
saúde, educação, segurança, transporte e moradias dignas, o que seu
governo se mostra incapaz de fazer.
João Bosco Leal www.joaoboscoleal.com.br
*Jornalista, escritor e produtor rural
(*) João Bosco Leal -
jornalista, reg. MTE nº 1019/MS, escritor, articulista político, produtor rural
e palestrante sobre assuntos ligados ao agronegócio e conflitos agrários.
MATÉRIA ENVIADA PELO AUTOR, PARA PUBLICAÇÃO, SOB SUA EXCLUSIVA RESPONSABILIDADE
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sexta-feira, 22 de junho de 2012
INCOMODADAMENTE – Por Edson Paulucci
para: "Luiz C. Nogueira" nogueirablog@gmail.com
data: 21 de junho de 2012 16:04
assunto: Incomodadamente
enviado por: gmail.com
assinado por: gmail.com
INCOMODADAMENTE
Incomodadamente
recosto a
minha mente
entre uma
e outra
mentira
oportuna.
Vou
vasculhando,
nesse
imenso porão,
todas as
possíveis
verdades
da vida.
Nada
encontro porque,
na
verdade,
verdades
não existem.
E se
existem,
são
apenas
falsificações
grosseiras
de
pressupostos
e palavras
repetidas
mil vezes.
As
mentiras?
Ah! adoro
mentiras.
São como
grãos
de milho
virtuais
jogados
aos pombos.
Que
acreditam comer.
E,
acredite, engordam.
terça-feira, 19 de junho de 2012
NOS 150 ANOS DO " AMOR DE PERDIÇÃO " - Por HUMBERTO PINHO DA SILVA
Decorreram em Maio as comemorações dos 150 anos da publicação do célebre romance de Camilo Castelo Branco.
A obra é sobejamente conhecida, assim como o autor. António Feliciano de Castilho, em carta datada de 02/01/1866, considera-o Mestre - “ Sim senhor! É mestre e cem vezes mestre e de todos os nossos clássicos nenhum há que eu leia com tamanho gosto e proveito.”
Vasco Botelho de Amaral, um dos nossos maiores linguistas, in: “Glossário Critico de Dificuldades da Língua Portuguesa”, regista: (…) a linguagem de Camilo é riquíssima de valores expressivos (…). Em todas as páginas revela o Mestre o diligente estudo a que se consagrou, auscultando os dizeres das bocas populares e investigando nos clássicos, documentos ignorados, mas de inestimáveis riquezas idiomáticas. Junte-se a isto o extraordinário génio verbal e estilístico do escritor, e como resultado se nos apresentará a admirável vernaculidade de linguagem de Camilo.”
Antes de versar, sumariamente, a célebre e popular obra de Camilo, vou tecer brevíssima biografia, do considerado, com inteira justiça, o maior escritor da língua portuguesa:
Nasceu em Lisboa, no Largo do Carmo, a 16 de Março de 1862. Ficou órfão muito cedo. Com a irmã vai para Vila Real. Após o casamento desta acompanha-a, e vive com ela, em Vilarinho da Samardâ.
Por essa época tinha Camilo 16 anos. Estuda latim e francês com o Padre António de Azevedo. Pensa seguir a carreira eclesiástica.
Indo a Ribeira de Pena, encanta-se por guapa moçoila, e casa com 19 anos. Fica viúvo e cursa medicina, no Porto. Desiste, e matricula-se na Universidade de Coimbra.
Parte para Vila Real e participa nas tropas do General Miguelista Macdonell.
De seguida entra no seminário, que abandona, passando a viver da escrita.
Apaixona-se, então, por Ana Plácido, esposa de Pinheiro Alves e é acusado de adultério. Preso e julgado, foi absolvido. Mais tarde casa com ela, num prédio da Rua de Santa Catarina, no Porto, actualmente a redacção do jornal “ A Ordem”.
Falemos, agora, do “ Amor de Perdição”, obra que Unamuno, afirma: “Es uno de los libros fundamentales de la literatura ibérica ( castellana, portuguesa y catalana) - “ Por Tierras de Portugal y España”.
O enredo da obra é apresentado como verídico. Todavia tem um pouco de ficção. Para não alongar a crónica, passo a transladar parte do parecer de Magalhães Basto, conhecidíssimo historiador portuense, apresentado em “ Homens e Casos Duma Geração Notável”:
“ Simão Botelho existiu: não há que duvidá-lo. Existiu, e esteve encarcerado na Cadeia da Relação do Porto desde 12 de Março de 1805 até 17 de Março de 10807. Era solteiro, estudava na Universidade de Coimbra, mas residia em Viseu quando foi preso.
(…) Qual o crime que merecera tão grave pena? O assassínio do pretendente de Teresa de Albuquerque - Primo Baltazar - como conta o romancista?
Pedro de Azevedo (…) erudito investigador, já falecido, no documentado estudo sobre os “ ANTEPASSADOS DE CAMILO”, dá uma resposta a esta pergunta. O crime de Simão, segundo o processo que aquele autor estudou, foi o do homicídio frustrado, cometido contra a pessoa dum criado de servir, e não contra um nobre Senhor de Castro Dáire, como no romance. O crime foi praticado com clavina na Rua Direita de Viseu, em 3 de Agosto de 1804, um quarto de hora depois da meia noite Simão teve um cúmplice: não o ferrador João da Cruz, mas José Jerónimo de Loureiro e Seixas. No campo das hipóteses, parece-me absolutamente admissível que a causa do crime fosse uma mulher, embora se não chamasse Teresa, nem fosse filha de Tadeu de Albuquerque, que segundo parece, nunca existiu.
O “ Amor de Perdição” foi sentido, foi “vivido” por Camilo como nenhuma outra sua obra. Pode ser contrariado por documentos. Mas que importa? (…) … hão-de crê-lo verdadeiro todas as pessoas que o lerem”.
Assim termino, recomendando veemente, ao leitor, que teve a paciência de me ler, que releia e saboreie, mais uma vez, esta obra-prima da literatura portuguesa, publicada há 150 anos.
HUMBERTO PINHO DA SILVA - Porto, Potugal.
publicado por solpaz às 15:38
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sexta-feira, 15 de junho de 2012
Encontros e desencontros
Por (*) João Bosco Leal
Alguns dias depois, como só havia estado no Rio de Janeiro por duas vezes e agora lá estando para realmente conhecê-lo, resolvi me comunicar com a mesma e pedir informações locais. Após dois dias na cidade, fui convidado para, conduzido por ela, conhecer um Rio bem mais completo do que o turista vê, e que convidaria sua amiga, leitora de meus textos, que morava perto de sua casa, para um jantar quando nos apresentaria.
Como aparentemente era uma pessoa educada e culta, que dizia haver sido casada com um ex-diretor da maior rede de televisão do país e já havia citado diversos encontros com pessoas desse meio, resolvi aceitar o convite e realmente fui maravilhosamente ciceroneado pela cidade maravilhosa, conhecendo locais, praias e mirantes onde pude admirar paisagens que provavelmente não são conhecidas pela maioria dos turistas.
Depois saímos para jantar com o casal em que a senhora frequentemente lia meus textos e fiquei muito satisfeito, pois me identifiquei muito tanto com o marido quanto com sua esposa. Tudo perfeito até que fui incumbido de na noite posterior providenciar um churrasco para recepcionar aquele casal em sua casa.
Foi uma experiência péssima, pois apesar da excelente companhia do casal e de uma de suas filhas, além do filho da dona da casa, todos muito agradáveis, cultos e educados, a anfitriã resolveu exagerar no vinho e logo estava totalmente inconveniente, interrompendo a conversa de todos, elevando o som da música de modo que atrapalhava qualquer conversa e apesar de várias solicitações feitas por todos, mantinha o volume elevado.
Quando as visitas se foram e seu filho também saiu para encontrar sua namorada, fiquei só com uma pessoa totalmente alcoolizada, que passou a solicitar um tipo de companhia que eu nunca pretendi e agora menos ainda, pois já enxergava a pessoa de outra forma e detesto bebidas. Sentindo-se rejeitada com a negativa, esta iniciou um verdadeiro ataque verbal sobre mim, o que me obrigou a ir embora imediatamente. Saí da casa e me dirigi à portaria do condomínio fechado, para, com a ajuda do porteiro, solicitar um táxi, porque não sabia sequer o nome da rua onde estava.
Já passando das vinte e três horas, não havia porteiro naquele momento e só me restou voltar até a casa em busca do controle remoto do portão e ligar para o casal que havia ido embora para que me informassem o nome da rua e o número do condomínio para poder chamar um táxi. Em menos de dez minutos o meu novo amigo já estava diante de mim e me levou até sua casa, realmente bem próxima, mas em outro condomínio.
Mesmo estando todos horrorizados com o péssimo nível da pessoa, que apesar dos diversos e luxuosos ambientes que já havia frequentado e países para onde tinha viajado, não sabia se comportar diante de visitas dentro da própria casa, passei a viver momentos maravilhosos, com um casal realmente especial, que fez questão que lá dormisse, para não ter de pegar um táxi na madrugada.
Na manhã seguinte soube de minha leitora que só conhecia a bêbada de aulas de Yoga e que jamais imaginaria um comportamento daqueles, mas resolvemos evitar o assunto e as diversas conversas que tivemos durante aquele dia aumentou minha afinidade com o casal. Conheci uma família de costumes lastreados na mesma educação, cultura e moral que eu, o que me deixou extremamente feliz e compensou minha estadia no local.
Apesar dos riscos de nos depararmos com pessoas horríveis, desequilibradas, durante a vida também podemos encontrar pessoas maravilhosas.
(*) João Bosco Leal -
jornalista, reg. MTE nº 1019/MS, escritor, articulista político, produtor rural
e palestrante sobre assuntos ligados ao agronegócio e conflitos agrários.
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segunda-feira, 11 de junho de 2012
VIAGEM NO TEMPO – Por Edson Paulucci
para: "Luiz C. Nogueira" nogueirablog@gmail.com
data: 11 de junho de 2012 12:19
assunto: Viagem no tempo
enviado por: gmail.com
assinado por: gmail.com
VIAGEM
NO TEMPO
Procuro
os bilhetes.
Nada
nos bolsos.
Nada
na bolsa.
Ok.
Viajo de gaiato.
Descascar
batatas eu sei.
Varrer
do chão estrelas mortas
eu
aprendo.
Lavar
o convés da vida,
sem
problema.
A
clandestinidade faz de mim
um
rato.
Mas,
que seja!
E
me enxergo pequenino,
balbuciando
garatujas.
Depois,
na rua de terra,
a
guerra de mamonas.
Assassinas
são as horas,
que
matam os dias...
Mais
tarde, na escola,
degustando
sabedorias...
Mais
adiante, os infindáveis
trinta
e tantos anos
aposentando
paciências.
Perdidos
os pais...
ganhados
os netos...
Empatado
na sorte.
Na
viagem de volta,
fugindo
da morte,
denuncio
um tal tempo.
Se
não for preso,
o
que será de nós?
domingo, 10 de junho de 2012
As regras de convivência - Por (*) João Bosco Leal
Certa vez uma pessoa me disse sempre se lembrar de uma imagem que lhe ficou gravada na memória ainda durante sua infância: a dos animais de tração, nos quais são colocados tapa-olhos laterais, para que não consigam ver nada ao seu lado, que concentrem os olhares no horizonte à frente e dessa forma sejam levados a realizar trabalhos que jamais fariam caso soubessem o que estavam fazendo.
Sem que percebamos, no decorrer da vida vamos adquirindo hábitos bons e outros nem sempre recomendáveis, como os modos agressivos de nos expressar, agir ou reagir, conceitos e pré-conceitos sobre tudo e todos ou nos impondo diversas regras que um dia saberemos não terem nenhuma utilidade.
Por esses motivos, em algumas oportunidades tomamos atitudes, dizemos ou escrevemos coisas que não são bem entendidas por quem as vê, ouve ou lê, pois muitas vezes as pessoas entendem o que se fez, disse ou escreveu, de forma totalmente diversa entre elas e também distinta da verdadeira intenção do autor das ações, palavras ou textos.
Entretanto, quando por natureza ou por formação possuímos comportamentos mais rígidos, os que nos são próximos e até os muito queridos passam a interpretar nossas atitudes, palavras e escritas também sem nenhuma flexibilidade, imaginando que queríamos mostrar ou dizer algo diferente do que realmente fizemos.
Diversas coisas nos são ensinadas ou impostas como necessárias, quando muitas são inúteis, guardadas desnecessariamente em nossas gavetas mentais, ocupando espaços que poderiam estar ocupados com algo mais interessante ou limpos e abertos para aprendizados mais importantes.
Se pensarmos nas regras de convivência que nos foram transmitidas durante a vida, assimiladas da maneira como as entendemos e naquelas criadas por nós e adicionadas à listagem geral, veremos que estamos como os animais com os tapa-olhos, pois poucas foram as realmente úteis, mas muitos foram os maus hábitos adquiridos.
Quantas vezes já dissemos palavras desnecessárias, agressivas, que não produziram os efeitos desejados e pioraram as situações?
Explicamos algo que não foi corretamente entendido, muitas vezes provocando afastamentos desnecessários de pessoas, simplesmente por não termos buscado esclarecer?
Ou deixamos de dizer abertamente o que estávamos pensando ou sentindo, perdendo grandes oportunidades que talvez nunca mais voltem?
Sempre pensei que não se deve dizer a uma pessoa que ela “tem que”, pois ninguém deve ser obrigado a algo e em conversas com os que me cercam dizia que quando ouvia isso, logo me vinha a vontade de dizer que agora é que “não tenho que mais nada”, pois ninguém me obrigará a fazer o que não desejo.
Mas há muito aprendi que regras imutáveis de convivência não existem. O que expressamos hoje, pode não ser o mesmo que estaremos pensando amanhã. O que é válido hoje provavelmente já não o será na próxima década.
A evolução humana é uma constante e graças a ela hoje não estamos como os animais que usam tapa-olhos, olhando somente para o que está à nossa frente, sem acreditar na existência de algo além do horizonte que enxergamos.
Nos mais diversos tipos de relacionamentos humanos, a regra que sempre deve estar presente é o bom senso.
(*) João Bosco Leal -
jornalista, reg. MTE nº 1019/MS, escritor, articulista político, produtor rural
e palestrante sobre assuntos ligados ao agronegócio e conflitos agrários.
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